Óbvio que a "morte" de Michael Jackson (e Farrah Fawcett) despertou esse post, que nada mais é do que um pensamento posto em palavras, sem muita preocupação com algum nexo que o mesmo tenha. Ou não.
Quando paro pra pensar nesse assunto (que na verdade não pára nunca) quase entro em curto.
Sempre achei que fosse morrer antes dos 30. Sempre proferi isso aos quatro ventos. Ou que eu não chegue à velhice. Não consigo me ver "velha" e isso não tem nada a ver com vaidade nem com as dificuldades que o tempo impõe aos mesmos.
Esse ano foi marcado por perdas. Pra mim. E eu sei cada dia mais, que morte não é o fim. Sinto, percebo. E é curioso como as pessoas insistem em ter por certo o amanhã (como já escrevi no post passado). Uma certeza tão grande de que amanhã estarão nesse plano que quando uma pessoa morre de repente paira-se aquele sentimento de incredulidade, impotência diante do que se fez, e do que nunca se fará. Imagina-se os planos interrompidos, sonhos nunca vivenciados, decepções, dificuldades ao longo da vida, as injustiças.... E é como se tivesse outra certeza: como se a pessoa simplesmente tivesse deixado de viver. E não deixou.
Cada vez mais a visão espírita me atrai. Não acredito em coincidências, acredito na ingenuidade de poucos, fico abismada com a maldade de muitos, e ABOMINO o pré-julgamento, principalmente por 2 motivos: 1) quem o faz quase sempre o faz pelas costas da "vítima" de tal pré-julgamento; 2) (óbvio) Tal vítima não pode se defender.
Enfim. Tenha como certo só uma coisa: a vida como a conhecemos é efêmera, rara, rápida e cara.
E uma outra continua após.
Faça o bem: a você, aos outros.
Tenha por certo só isso.
"Só" isso.
Quando paro pra pensar nesse assunto (que na verdade não pára nunca) quase entro em curto.
Sempre achei que fosse morrer antes dos 30. Sempre proferi isso aos quatro ventos. Ou que eu não chegue à velhice. Não consigo me ver "velha" e isso não tem nada a ver com vaidade nem com as dificuldades que o tempo impõe aos mesmos.
Esse ano foi marcado por perdas. Pra mim. E eu sei cada dia mais, que morte não é o fim. Sinto, percebo. E é curioso como as pessoas insistem em ter por certo o amanhã (como já escrevi no post passado). Uma certeza tão grande de que amanhã estarão nesse plano que quando uma pessoa morre de repente paira-se aquele sentimento de incredulidade, impotência diante do que se fez, e do que nunca se fará. Imagina-se os planos interrompidos, sonhos nunca vivenciados, decepções, dificuldades ao longo da vida, as injustiças.... E é como se tivesse outra certeza: como se a pessoa simplesmente tivesse deixado de viver. E não deixou.
Cada vez mais a visão espírita me atrai. Não acredito em coincidências, acredito na ingenuidade de poucos, fico abismada com a maldade de muitos, e ABOMINO o pré-julgamento, principalmente por 2 motivos: 1) quem o faz quase sempre o faz pelas costas da "vítima" de tal pré-julgamento; 2) (óbvio) Tal vítima não pode se defender.
Enfim. Tenha como certo só uma coisa: a vida como a conhecemos é efêmera, rara, rápida e cara.
E uma outra continua após.
Faça o bem: a você, aos outros.
Tenha por certo só isso.
"Só" isso.